Postagem em destaque

História e Vida

Mary Lêda Barreto Caldas Silveira, conhecida artisticamente como Meyre Kal, é uma cantora, locutora, produtora artística e cultural, nascid...

sábado, 23 de maio de 2020

Encontro de Bruno Silva e Meyre Kal cantando juntos

Vamos matar um pouco as saudades?
Nesse isolamento social a saudade bate mais forte. Saudades de dançar um forró, de ver as espadas de Cruz das Almas queimando, de um licor, de ouvir Luiz Gonzaga e de aglomeração.
Vamos então matar a saudade do dia que, no palco do São João de Cruz das Almas, Bruno Silva e a Banda Sarapatel com Pimenta receberam Meyre Kal da Beiju de Côco. Eles cantaram Sabiá de Luiz Gonzaga e Zé Dantas, confira o áudio na fotomontagem abaixo.











#ficaemcasa
#saudadedeaglomeracao
#saudadedosãojoao
#saojoaodecruzdasalmas
#saojoaodabahia
#isolamentosocial
#forro
#pedeserra
#xote
#cruzdasalmas
#luizgonzaga
#sarapatelcompimenta
#brunosilva
#meyrekal
#beijudecoco

domingo, 10 de maio de 2020

Meyre Kal e Jota Silveira fazem homenagem às Mães em Live

Confira abaixo trechos da Live do Colégio Comendador Temístocles
em homenagem às mães
Cruz das Almas - BA / 10/05/2020

A live foi ao veiculada no canal do Colégio Comendador Temístocles no Instagram e Facebook







Árvore (Edson Gomes)
Poema em homenagem à mães (autor desconhecido)
Como é Grande o Meu Amor por Você (Roberto Carlos)
Versos Simples (Sander Frois)
Um Amor Puro (Djavan)
Ame Alguém (Jota Silveira)
Edição: Wagner Gomes






#Colegiocomendadortemistocles
#diadasmaes2020
#cruzdasalmas
#meyrekal
#jotasilveira
#amealguem
#livediadasmaes
#ficaemcasa

quarta-feira, 6 de maio de 2020

O adeus ao baterista da Banda Mel Dall Braga


“Hoje o céu recebe a alma de Odair Braga Plácido, mais conhecido como Dall, ou Dall batera”, essas palavras foram postadas no Facebook pelo sobrinho do músico, o Cid Plácido. Vítima de uma parada cardíaca, o instrumentista faleceu na manhã desta quarta, dia 06 de maio, exatos 04 meses e 01 dia após completar 55 anos.

Dall Plácido, que na época da Banda Mel era Dall Braga, fez parte da primeira formação do grupo, junto com os irmãos Jaciara (in memoriam), Janete Dantas, Jackson Dantas e Jailton Dantas. Além dos percussionistas Roque Wilson e Dito Régis e Alejandro Fuentealba nos teclados. Sem esquecer Buckjones também na voz.

Dall teve como característica e marca uma destreza e noção de ritmos afro-brasileiros excepcionais. Fez escola e deixa saudades, declarou o diretor e produtor musical Dirceu Factum em sua rede social.

Capa do Álbum Banda Mel, em 1992, à esquerda, Dall Barga,
de óculos, está lado da cantora Alobened Airam


"Era muito alegre, tá fazendo a festa no céu" registra a amiga e companheira de estradas musicais de longas datas, a cantora Janete Dantas.

Ele trabalhou com quase todos os vocalistas mais famosos da Banda Mel, desde Jaciara (in memoriam), Janete e Buckjones, foi a época de Márcia Short, Robson Morais e Alobened Airam, e depois com Joka Barreto e Patrícia Alvaia.

Em 2019, Dall esteve na festa particular do Bonfim, promovida pelos irmãos Dantas, a feijoada Bonfim Dedê, ocasião em que Meyre Kal teve a oportunidade de conhecê-lo mais de perto, e vê-lo tocar no palco do evento junto com Janete e seus irmãos. Tinha muito tempo que não tocava, e naquela tarde estava radiante de felicidade.



Festa Bonfim Dedê - 2019 - Dall ao lado de Janete Dantas


Festa Bonfim Dedê - 2019 - Meyre Kal, Dall Braga, Jenete Dantas e o produtor cultural Wagner Gomes

Festa Bonfim Dedê - 2019 - Nesta foto além de Meyre Kal, Dall Braga e Jenete Dantas,
aparecem nas pontas da foto os irmãos Geysa Maiana e Bruno Maiky do grupo Coro de Cor.



Em janeiro de 2020 marcou presença novamente no Bonfim Dedê, e ainda esse ano fez uma participação no show da Banda Mel, todos do grupo gostaram muito, e ele estava super animado.

Dall foi o precursor, como baterista, de uma forma inédita de fazer o ritmo do samba-reggae no instrumento, deixou o legado para os outros colegas instrumentistas que vieram após. Dos mais de 15 álbuns lançados pela Banda Mel, Dall Braga botou sua assinatura como ritimista, em 7 desses trabalhos.

Também deixou o seu nome gravado na história do bloco Cheiro de Amor, pois, ao lado da cantora Laurinha Arantes e outros músicos, em 1982, foi o primeiro baterista da Banda Pimenta de Cheiro, que veia a ser posteriormente a Cheiro de Amor. Em sua rede social a cantora Laurinha postou "Sempre sonhamos em um dia voltarmos a nos reunir pra um som, mas não deu tempo".

A felicidade é saber que está tudo registrado, e ao ouvirmos aqueles arranjos únicos, saberemos que o mestre Dall estará pra sempre junto com a gente. Missão cumprida!

Descanse em paz!

#bandamel
#bamdamel
#bateristabandamel
#dallbaterista
#dallbraga
#dallplacido

domingo, 3 de maio de 2020

"Acesa por você" primeira música gravada por Meyre Kal


Por volta dos anos 90 com a lambada em evidência, o autor da canção “Acesa por você” produziu vários discos, entre eles, para a gravadora RGE - Fermata selo PEERMUSIC e SOM LIVRE (Globo Music), a lambada baiana invadia o exterior com sua música. "Meyre Kal destacou-se num desses discos, o que a fez fazer sucesso no eixo Rio x São Paulo, para a época, uma proeza", declara Osmarosman, autor e produtor da canção.
Essa música participou da coletânea LAMBADA BRASILEIRA, em 1989. Osmarosman teve composições suas gravadas até por pela apresentadora Xuxa.
Acesa por você esteve entre as 10 lambadas mais tocadas, durante vários meses nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Foi a primeira gravação profissional de Meyre Kal, quando ainda grafava seu nome como Mary Caldas, e depois veio a adotou Mary Cal, chegando hoje à Meyre Kal.

Osmarosman Aedo assinou a produção, direção, foi auxiliar de mixagem e do arranjo, fez backing vocal e o contrabaixo na gravação. Marcelo Cobra foi o músico que botou o teclado, guitarras e também contribuiu com o backing vocal.
A gravação aconteceu nos estúdios referência do Axé Music, o WR em Salvador/Ba.







Letra: Acesa por Você

Composição: Osmarosman Aedo



Esse gatinho é dengoso demais

É seu carinho e seu cheiro que me atrai

Quando me abraça sinto por dentro ferver

Ai que doçura! Tudo pode acontecer



O seu desejo é o meu prazer

É tão gostoso dançar com você

Suas coxas roçando em minhas coxas

Eu fico acessa, fico muito louca

E sou até capaz de amanhecer assim com você

E sou até capaz de amanhecer assim com você



Lêlêlêlêlê ai

Esse gatinho é dengoso demais

Lêlêlêlêlê ai

Chega perto que tem mais

domingo, 26 de abril de 2020

Raissa Caldas, Uh! Neto e Felipe Gomes cantam pra incentivar o “Fica em Casa”


"Fica em Casa" é a primeira faixa do Projeto Educa Rap.

Uma iniciativa do @educa.rap, que tem como objetivo, contribuir com a conscientização das pessoas quanto a necessidade de isolamento social, durante o Covid-19.

A música é uma composição de ErriVance com participação de Uh! Neto (@uh.neto),  Raissa Caldas (@raissacaldas_) e Leepão (@leepao_075).

Foi gravada no Studio LK Rec (@studiolkrec) e o áudiovisual teve edição de MK LoKonsciente (@mklokonsciente) e  @gabriel.srft.

Disponível agora no YouTube: #FicaEmCasa



sexta-feira, 17 de abril de 2020

Valmir Caldas: homenagem a Moraes Moreira e parceria com Peu Meurray


O contrabaixista e amargoense Valmir Caldas prestou uma linda homenagem ao grande Moraes Moreira, que faleceu no último dia 13 de abril, no Rio de Janeiro. Valmir pegou seu violão e executou a canção Meninas do Brasil. E pra dar um toque especial, seu amigo e percussionista Jansen Santana, fez uma montagem no vídeo acrescentando um toque especial à homenagem.



Jansen Santana é filho de Peu Meurray, também percussionista e também amargosense, que dentre tantas coisas feitas e produzidas destacamos a canção "Caçador de bom dia", uma canção que nos leva a saldar o dia logo cedo, com poesia e melodia que acalma, e ao mesmo tempo com uma batida percussiva visceral, bem no estilo Peu Meurray. Nessa canção a composição é uma parceria de Peu com Valmir  Caldas e Leonardo Reis. Veja um trecho da canção.



Meyre Kal trabalhou com Valmir Caldas na Banda e Trio Estrelar, viajaram bastante fazendo vários shows. Já, Meurray e Meyre não chegaram a trabalhar juntos, mas, em comum nas suas carreiras têm a Banda Oliveira, onde Peu foi percussionista um tempo antes da chegada de Meyre, que ingressou como vocalista da banda baile, originária da cidade de Castro Alves.

domingo, 5 de abril de 2020

Cantei Prefixo de Verão antes de gravá-la, diz Robson Morais a Silvio Caldas em entrevista à Rádio Santa Cruz FM

Meyre Kal, Robson Morais e Janete Dantas - Salvador, julho/18

Veraneio, Tempo é ouro, Sambando nos bairros, Mão na mão, Burungundum e Pagando pra vacilar são algumas das canções que tem a inconfundível voz do cantor Robson Morais, integrante das bandas Mel e Bândabah. E olhe que essa relação de músicas citadas, por incrível que pareça, não resume os maiores hits emplacados na voz do cantor.

Na manhã deste domingo, 05 de abril, um agradável bate papo pelo telefone, presenteou os ouvintes da Rádio de Cruz das Almas (Ba), Santa Cruz FM. O comunicador e locutor Silvio Caldas, que comanda o programa Gandaia Geral, sempre nos finais de semana, contou com a participação mais que especial de Robson Morais no quadro Flash Bahia, que é um momento em que a rádio reserva para tocar canções da Axé Music que deixaram saudades.

Uma parte da história musical de Robson foi lembrada na conversa, ele contou que era roadie da banda Asa Luz e em 1985, ao lado do amigo e percussionista, Orlandinho Costa, cantou pela primeira vez. Depois fez parte da banda do Trio Top 69, onde ficou por entorno de oito meses, ocasião inclusive em que cantou em cidades como Cruz das Almas e Sapeaçú. Trio e banda Realce foi o trabalho seguinte do vocalista. Ele revelou também que ainda fez barzinho durante um tempo, ao logo de sua trajetória musical.

Ao ser perguntado sobre sua ida para a Mel, lembrou que assumiu o vocal masculino da banda no lugar do cantor Nonato, conhecido como Negão, que era do Rio grande do Norte e participou da formação da banda por em torno de um ano. Robson então, que era cantor do trio Realce e tinha feito diversas campanhas políticas, em 1991, cantou numa Lavagem do Bonfim, como teste, e ficou como cantor oficial do grupo Mel. Sobre o teste o mesmo só soube depois, pois naquela ocasião achou estranho pra uma banda que já tinha três cantores, ter sido chamado para ser o quarto. Foi então que passou a integrar, ao lado de Alobened Airam e Márcia Short, o trio que mais imprimiu sucessos no Brasil e no mundo com Banda Mel. Na conversa Robson lembrou junto com Silvio, que a primeira formação da Mel foram os cantores Bukjones, e as irmãs Janete e Jaciara Dantas, esta última falecida há alguns anos. A história musical da banda vinha de longas datas pois, sucessos como Faraó Divindade do Egito, Protesto Olodum (E lá vou eu) e Ladeira do Pelô tinham sido emplacados no Brasil, e a responsabilidade do novo trio era grande. Os três primeiros vocalistas da Mel, nessa ocasião eram comandantes da banda Gente Brasileira.

Robson Morais em 2018 em Salvador, num evento com Meyre Kal, e ainda aparecem na foto os músicos Will Wagner e Marcelo Rocha


A canção Prefixo de Verão

Foi uma mudança radical o ingresso dessa música no trabalho da banda Mel, uma nova velocidade rítmica ao que se vinha praticando na música da Bahia àquela época, e também, em contrapartida, um ritmo diferente das músicas afro, que também eram sucesso. Prefixo de Verão era um samba reggae com mistura de marcha-rancho (tipo um frevo lento), foi na verdade o primeiro samba reaggae romântico, contou Robson Morais. Melodias e arranjos de metais mais bem elaborados, foram as marcas desse hit. Robson confessou ainda: “eu já cantava essa música antes, há uns 03 anos no Realce”. Com a Mel mudamos pra um formato mais comercial. A direção da banda e a gravadora não gostaram, porém, o produtor musical do disco, Paulo Ferreira apoiou Robson quando levou a música pra banda conhecer, a composição é do falecido Beto Silva. Não seria a música de trabalho do grupo, as rádios começaram a tocar ela de forma espontânea, junto com Le fudez vouz, esta sim seria a canção de trabalho da Mel, e as rádios tocavam então duas músicas da banda ao mesmo tempo. “São músicas eternas que a gente canta e dança até hoje”, comentou Silvio Caldas. Ao ser perguntado sobre quem cantou a canção depois dele, em formato que mais aprova, Robson disse que a versão feita por Saulo Fernandes, é uma das que mais gosta. Além de diversas versões em português, foi também regravada em espanhol e alemão, e levou prêmio de música do Carnaval. Entretanto, naquele ano ainda não havia o troféu e este foi exatamente criado por causa dessa canção, falou Silvio.

O Hit Baianidade Nagô

No ano seguinte foi lançado o álbum Negra, nele tinha entre as gravações a música Baianidade Nagô. Em meio ao lançamento deste trabalho, Robson confessou que naquela época, era pouco tempo em casa e muito tempo na estrada. A banda teve uma das maiores agendas do país, em torno de 140 shows no ano, o que para o período era uma marca, comentou o vocalista. Foi necessário ter cabeça centrada no lugar, pois vários amigos foram perdidos para droga e depressões ao logo de sua trajetória. Baianidade Nagô, de composição de Evandro Rodrigues, foi composta pensada para a banda Mel, e não deu outra, o sucesso foi emplacado e em 1992 ganhou o troféu do carnaval. Silvio lembrou ainda que é uma canção muito parecida em ritmo com Prefixo de verão, aí Robson completou: “sim, alguns começam cantando uma e misturam com a outra”. Duas verdadeiras beldades da música produzida na Bahia.
O que explica os sucessos são os ritmos, a atemporalidade, as linhas melódicas, arranjos, letras e principalmente a interpretação inquestionável e marcante do cantor que tem a voz mais linda e afinada do Axé Music.

Capa álbum da Banda Mel


Mais história

Robson foi o primeiro cantor revelação do 1º troféu da história, ao lado de Daniela Mércury e Bell Marques, em 1992, que levaram os troféus de melhores cantores do carnaval daquele ano. Esse talento todo, levou a Mel a ser uma das bandas da Bahia, mais famosas no mundo, e essas duas canções ajudaram a vender muitos discos.
Silvio Caldas lembrou ainda, no bate papo com Robson de um forró muito tocado em Cruz das Almas, inclusive pela banda Sarapatel com Pimenta, a canção Trem bom, de Vicente Barreto e Paulinho Pedra Azul. Essa música foi gravada em cima da hora, pois o grupo precisava ter um forró no álbum, e as cantoras não quiseram colocar a voz, então o vocalista não só topou, como gravou a voz principal e ainda fez a base do coro (backing vocal), usando a técnica do chamado “abrir a  voz”. A sanfona dessa canção foi colocada pelo músico Oswaldinho do Acordeon, e foi gravada em São Paulo.
Ao longo de sua fala, Robson Morais fez questão de mandar dois abraços. Um para a cantora Meyre Kal. Falou que já a conhecia de palcos, e lembrou que em 2018 a reviu e teve a oportunidade de cantar junto com ela. Ocasião que, em Salvador, num evento particular cantou sucessos de sua carreira exatamente para a outra pessoa a quem direcionou o seu outro abraço, o cruzalmense Wagner Gomes (coincidência ou não, este que vos escreve este texto).

Saída da banda Mel e lançamento da Bândabah

“Nem eu esperava, não era a intenção” fala Robson sobre a sua saída da Mel, porém, a relação estava desgastada com a direção, e  ele por ainda não se achar preparado para carreira solo, partiu para o Projeto da Bândabah, junto com Márcia Short.  Morais fez questão de frisar que o processo judicial hoje travado com a empresa do grupo Mel, é algo comercial e não pessoal. Este processo se arrasta há 26 anos. Falou ainda que apesar de tudo, a saída foi tranquila, e que inclusive foi ele mesmo quem indicou Joka Barreto, para ser seu substituto na nova formação do grupo. O cantor ainda falou que a saída aconteceu no momento que deveria ter acontecido.
Sobre “Balé do Amor”, a lida canção e primeiro sucesso da Bândabah Robson comentou sobre a beleza da escala do solo decrescente para mudança do tom nessa música, isso porque, ao longo da música, havia a passagem da voz feminina (de Márcia) para voz masculina. O vocalista  disparou: “nunca ninguém tinha feito”. Em 2018, Meyre Kal dividiu com Robson a apresentação dessa música, no evento particular que nos referimos acima. Um dos vídeos postados no You Tube desse evento tem mais de dez mil visualizações. O evento contou com a participação da cantora Janete Dantas também. A Bândabah teve um problema administrativo com uma sócia paulista, que “bagunçou o coreto”, segundo Robson. E este ao lado de Márcia acabou tendo que assumir a administração e também a parte artística. Isso os levou a exaustão e precisaram parar para descansar, confessa. Neste momento, lembrou que mesmo estando fora da grande mídia, continuam trabalhando, e muito. Os cantores são sócios em alguns negócios.

Capa álbum da Bândabah


Vídeo evento particular em Salvador, onde Robson e Meyre cantam Balé do Amor


Gentileza e respeito

Robson acredita que fez tudo o que deveria ter feito, assume os erros e os acertos, e diz preferir se arrepender do que não fez.
Ao falar que está preparando novidades, lembrou que foi o primeiro artista baiano a gravar uma canção de Jorge Vercilo. Trata-se da música “Alegre” encontrada no primeiro álbum da Bândabah.
Ao demonstrar toda a sua capacidade de ser humilde e cortês com as pessoas, fazendo uso do respeito e da gentileza, Robson, no final da conversa, lembrou a importância dos ouvintes permanecerem em casa, na luta para conter a pandemia do COVID-19.  Lembrou de sugerir a todos para orarem e disse que vamos voltar mais fortalecidos. Fechou sua fala dizendo que quem quiser falar com ele, basta buscar seus perfis oficiais nas redes sociais, que ele, mesmo se demorar, por conta do corre-corre, responderá.
Silvio Caldas despediu-se da entrevista agradecendo a gentileza e atenção de Robson e fez questão de dizer que o bate papo foi do jeito que ele gosta, sem pauta, e que tudo fluiu de uma forma muito boa.

#robsonmorais
#bandamel
#bamdamel
#bandabah
#marciashort
#alobenedairam
#jokabarreto
#bukjones
#janetedantas
#silviocaldas
#meyrekal
#radiosantacruzfm
#gandaiageral
#flashbahia
#axedasantigas