quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Encontro da Chita Fina e da Beiju de Coco em Cruz das Almas - Recitec - UFRB!

Depois do show na UFRB Meyre Kal (Beiju de Coco) encontra-se com a cantora Neyla Alcântara,as outras integrantes da Chita Fina e alguns fãs nos bastidores do Recitec (UFRB) em Cruz!

As cantoras Neyla Alcântara (Chita Fina) e Meyre Kal (Beiju de Coco)






Fotos: Élida Mattos

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Coro de Cor lança CD “Singularidades” em teatros de Salvador


Foto: Alessandra Nohvais

Geysa Maiana, Bruno Maiky e Armando Lui, integrantes do grupo Coro de Cor, estarão pisando mais uma vez nos palcos de teatros da capital baiana. Desta vez a banda lança nacionalmente o álbum "Singularidades", primeiro CD de carreira dos talentosos músicos.

O pré-lançamento será no dia 29 de setembro (quinta), com entrada franca, no Teatro Eva Herz (Livraria Cultura do Salvador Shopping), às 19h.

Dia 07 de outubro (sexta) será o dia do lançamento oficial, no Teatro SESC Casa do Comércio, às 21h. Saulo Fernandes, vocalista da banda Eva, será um dos convidados especiais da noite. A cantora Juliana Ribeiro, que convidou o grupo para cantar com ela na primeira faixa do seu mais novo CD, agora também participará do show da Coro de Cor, além do multi-instrumentista Letires Leite, da Orquestra Rumpilezz e do guitarrista Léo Brasileiro.

"Cada ser humano é único e com características peculiares", é com essa ideia que o álbum "Singularidades" nasce e traz no repertório canções autorais como “Sertão Meu”, "Perto de lá", "Vou te contar de mim" e a música carro-chefe do CD “Dança”, entre outras. Carlinhos Brown, Caetano Veloso e João Donato são nomes dos compositores que estão presentes em duas canções não-autorais deste CD.

Binho Cunha,Vitor Leony e André Santana são os músicos que acompanharão Geysa Maiana, na voz, Bruno Maiky, no violão e voz e Armando Lui, no baixo e voz.

Desejamos muito sucesso e conquistas à Coro de Cor, uma das grandes promessas da MPB contemporânea!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Samba do Machucador – Cruz das Almas dando força à tradição do recôncavo baiano




O grupo “Samba do Machucador” foi realização do sonho da Professora Telma Carvalho de Jesus em preservar as nossas heranças culturais e o resgate da cultura do samba de roda na cidade de Cruz das Almas. Por acreditar e vivenciar a vasta bagagem cultural que os negros e negras trouxeram para a construção da nossa Nação.

Formado por sua maioria de mulheres negras e pessoas da comunidade. Essas mulheres que há muito fora escravizadas e não perderam suas origens, valorizando sua ancestralidade e fazendo a releitura de suas histórias de vida. Mulheres que cresceram vendo e ouvindo, as batidas dos machucadores que suas mães e avós trabalhadoras de armazéns de fumo e cozinheiras das casas grandes dos fazendeiros da região. Sem perder suas riquezas e encantos, conseguiram transformar suas tristezas em alegrias e seguem contagiando com as batidas dos seus machucadores. Assim Contudo, essas mulheres guerreiras não perderam a sua graça e encanto, apesar de todo cansaço do dia inteiro de labuta, não desanimavam e faziam os temperos das comidas nas casas dos senhores, aproveitavam o som do machucador de madeira e tigela, criavam ritmos e cantavam canções de insulto e saudades. Assim nasceu o Samba do Machucador que hoje segue cantando o refrão da cultura popular: “Minha mãe me deu de machucador, eu não sou pimenta, minha mãe me machucou”. Formado por mulheres e homens negros e pessoas da comunidade, fazem releituras autênticas dos sambas cantados nas festas tradicionais na Zona Rural.

Vencendo preconceitos e quebrando as barreiras, o samba vem se desenvolvendo de forma surpreendente com apresentações belíssimas com o autêntico samba de roda do Recôncavo baiano. O grupo trabalha duas vertentes do Samba de Roda: Samba chula – considerado a forma mais primitiva do samba, onde os participantes não sambam enquanto os cantores entoam a chula em forma de poesia e a dança só começa depois disso. Samba corrido - onde todos sambam enquanto dois solistas e o coral se alternam no canto. É maravilhoso!

Foi nessa vertente que a percussão, oriunda do batuque africano, se fez mais presente.


A cantora Elza Soares, esteve em Cruz das Almas em 2010 juntamente com a Caravana do Esporte e da Música e participou da gravação do documentário para o canal ESPN. Lá estava o “Samba do Machucador” marcando presença.


Além disso, várias apresentações em projetos culturais e eventos realizados pela UFRB e prefeitura do município, a Casa da Cultura, e até o Pelourinho (em Salvador) já viram a apresentação do grupo.

Neste mês de Setembro de 2011 o Samba do Machucador estará no dia 27 na cidade de Santo Amaro da Purificação e no dia 29 na Casa da Cultura Galeno d’Avelírio na II Conferência de Cultura de Cruz das Almas.

Fonte: http://sambadomachucadordecruzdasalmas.blogspot.com/

II Conferência de Cultura de Cruz das Almas - Ba




terça-feira, 20 de setembro de 2011

Imagens do show da Beiju de Coco e Meyre Kal no I RECITEC Recôncavo na UFRB





I Bicicletada movimenta ruas de Cruz das Almas nesta quinta-feira

A Secretaria de Esporte, Cultura, Turismo e Lazer realiza nesta quinta-feira (22/9), a partir das 17h, a I Bicicletada de Cruz das Almas. A saída será em frente à Igreja Matriz e os participantes percorrerão várias ruas da cidade. O evento é gratuito, aberto a comunidade e não é necessário realizar inscrição.
O passeio ciclístico no Município faz referência ao Dia Mundial Sem Carro, que é um manifesto reflexivo que ocorre em várias cidades sobre os efeitos causados no meio ambiente pelo uso excessivo de automóveis. A campanha também chama a atenção para o uso das bicicletas como meio de transporte não-poluente e que permite a prática de atividades físicas durante o deslocamento.
A intenção da Secretaria de Esporte, Cultura, Turismo e Lazer é realizar o evento sempre na última sexta-feira do mês.
ASCOM – Prefeitura de Cruz das Almas

terça-feira, 13 de setembro de 2011

RECITEC Recôncavo na UFRB em Cruz das Almas - com Chita Fina, Meyre Kal e Beiju de Coco, Geysa Coelho e muito mais!


Com o foco em congregar estudantes, professores e pesquisadores das instituições de ensino superior, ensino médio e fundamental, institutos de pesquisa e o público em geral, promovendo a difusão e estimulando o debate a respeito das atividades científicas e tecnológicas desenvolvidas em âmbito nacional e especificamente no Recôncavo Baiano. O I RECITEC tem como objetivo elaborar estratégias para alavancar o desenvolvimento científico e tecnológico da região promotora do evento com uma programação que contempla temas relacionados às questões locais, concentrando discussões sobre o desenvolvimento sustentável da região, sob a ótica da ciência e tecnologia.

Com o foco em congregar estudantes, professores e pesquisadores das instituições de ensino superior, ensino médio e fundamental, institutos de pesquisa e o público em geral, promovendo a difusão e estimulando o debate a respeito das atividades científicas e tecnológicas desenvolvidas em âmbito nacional e especificamente no Recôncavo Baiano. O I RECITEC tem como objetivo elaborar estratégias para alavancar o desenvolvimento científico e tecnológico da região promotora do evento com uma programação que contempla temas relacionados às questões locais, concentrando discussões sobre o desenvolvimento sustentável da região, sob a ótica da ciência e tecnologia.

A programação musical do I RECITEC oferece ao público três noites de shows dançantes, com expressões artísticas da comunidade acadêmica, local e soteropolitana. Os ritmos se diversificam revelando a riqueza da música popular brasileira: do forró, afirmando a vocação da região, ao samba, sua maior expressão cultural e histórica, passando pelo reggae, o pop e o pop rock, a denominada MPB e o carnaval dos anos de 1970 e 1980, trazendo a beleza e força da guitarra baiana.

No palco armado entre os pavilhões de aula I e II da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), serão três noites de show dançantes, com expressões artísticas da comunidade regional.
As apresentações acontecem nos dias 14 a 16 de setembro, sempre a partir das 20h.

Veja a programação:

Quarta-feira, 14 de setembro
20h – Meyre Kal e Banda Beiju de Coco
22h – Grupo Musical Chita Fina

Quinta-feira, 15 de setembro
20h – Banda Negritude Root’s
22h – Geysa Coelho e Bandear

Sexta-feira, 16 de setembro
20h – Banda Lírica
22h – Robertinho Lago e Banda Trielétrica

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Meyre Kal completa 1 ano de falando de Amor na Rádio Santa Cruz FM!


Nesta terça (13/09) a programação do Falando de Amor será especial, com apresentações ao vivaço, brindes e muitos mais! A locutora Meyre Kal estará completando um ano no comando do programa e preparou uma noite especial para os ouvintes da Rádio Santa Cruz FM, 87,9!

De domingo a quinta às 21h Meyre Kal está no"Falando de amor" nas ondas da Santa Cruz e na internet pelo www.radiosantacruzfm.com.br

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sábado, 3 de setembro de 2011

NA LEMBRANÇA E NA HISTÓRIA - A Rede Globo levou atores para gravarem novela em Cruz das Almas (Ba)




Para quem não sabe ou não se lembra, os atores José Wilker, Patrícia França e Bruna Lombardi estiveram em 1996 gravando cenas da novela “O Fim do Mundo” em Cruz das Almas, Bahia, da Rede Globo de Televisão.

Na ocasião o Porgrama Vídeo Show esteve na cidade acompoanhando as gravações e os bastidores da novela, inclusive mostrando a euforia dos fãs, admiradores e curiosos...

Uma cena de beijo foi gravada por José Wilker e Bruna Lombardi dentro da fábrica de charutos Suerdick, mas precisou ser repetida, pois na hora do beijo, muitos funcionários, que acompanhavam a gravação, gritaram euforicamente vendo a cena. A tomada foi estragada por conta do barulho, e os diretores precisaram pedir a colaboração de todos e fazer novamente (Risos)!

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Bruna Lombardi saindo da Pousada de Têmis


O Fim do Mundo foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo entre 6 de maio e 15 de junho 96. Foi escrita por Dias Gomes e colaboração de Ferreira Gullar. Teve direção de Paulo Ubiratan e Gonzaga Blota, e direção de núcleo de Paulo Ubiratan. Foi exibida num total de 35 capítulos.

História

A história se passou na fictícia Tabacópolis, na Bahia. Estimulada pela fama do paranormal Joãozinho de Dagmar, que prevê o fim do mundo uns três meses antes, aproximadamente. Nesse tempo, ocorrem fortes temporais, inundações, raios e trovões e, então, os tabacopolinenses acreditam que o apocalipse chegou. Isso, portanto, faz com que cada habitante tente realizar seus desejos mais profundos.


Tião Socó, por exemplo, resolve acabar com seu problema de impotência sexual, violentando a própria cunhada Gardênia. Sua filha, Letícia, queria se manter virgem apesar das investidas do noivo Josias, neto do poderoso coronel Hildazário Junqueira. A moça, portanto, muda de idéia ao encontrar o peão Rosalvo. Já o Dr. Pestana, dono do hospício da cidade, resolve soltar todos os seus pacientes, gerando ainda mais confusão na cidade.

Produção

Dias Gomes escreveu o texto para ser apresentado como minissérie, mas, por causa do número de capítulos, 35, e do horário tradicional em que foi apresentado, as 20h, foi lançado como uma mininovela, embora tenha sido, na prática, uma minissérie. Isso se deu ao fato da novela antecessora, Explode Coração, ter sido encurtada em 2 meses, a pedido da própria autora, e, sua sucessora, O Rei do Gado, não estar totalmente pronta.

Pela primeira vez numa novela, criaram-se objetos e animais virtuais em três plataformas de computadores. Para as gravações do cataclismo foi feita uma maquete, dez vezes menor que a cidade cenográfica, que tinha 35 mil metros quadrados.

José Wilker chegando na Fábrica de Charutos Suerdick

Foram usadas locações em Vassouras, no interior do Estado do Rio de Janeiro, para os exteriores das fazendas dos Junqueiras e dos Socós. Houve gravação também, em Cruz das Almas, interior da Bahia, numa fábrica de charutos, e em Carrancas, Minas Gerais, para as cenas de cachoeiras.


José Wilker e Patrícia França na Suerdick

Fonte: http://pt.wikipedia.org/

Vídeo da Abertura

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Capa do Jornal A Tarde destaca Fabiana Murer, orgulho; Jaqueline Roriz, vergonha!
















A capa da edição impressa do jornal A TARDE desta quarta-feira, 31, foi considerada por leitores e profissionais de imprensa como a que melhor representou o sentimento dos brasileiros diante do contraste de dois brasis: o que dá orgulho e o que envergonha.
De um lado, o país de Fabiana Murer, do salto com varas e da conquista da primeira medalha de ouro num Mundial de Atletismo. Do outro, a absolvição pela Câmara Federal da deputada Jaqueline Roriz (PMN-SP), que recebeu dinheiro de Durval Barbosa no caso conhecido como Mensalão do DEM.
Marcelo Tas, apresentador do CQC da Band, postou em seus blog e microblog (http://blogdotas.terra.com.br/2011/08/31/melhor-capa-do-dia/): “Melhor capa de jornal desta quarta: A Tarde”.
A constatação repercutiu entre seus mais de dois milhões de seguidores e 268 comentaram o post, inclusive o cartunista e criador da Turma da Mônica, Mauricio de Sousa. Ele acrescentou o seguinte comentário: “...de lágrimas correrem...”. Segundo o site Topsy, pelo menos 54 blogs reproduziram a capa em todo o Brasil.
O blog especializado Midia Mundo.com (http://www.midiamundo.com/2011/08/edicao-nota-10.html), de Eduardo Tessler, diretor para o Brasil da Innovation Media Consulting, classificou o trabalho de “Nota 10”. Ao lado da reprodução da capa, o texto: “A grande ideia do dia é do jornal A Tarde. A relação da medalha de Fabiana Murer com a absolvição de Jaqueline Roriz é perfeita. Mesmo corte de foto, mesmo fundo preto e fonte amarela, excelente jogo de palavras. Genial!”.
Confecção - O trabalho foi realizado por Paulo Oliveira, secretário de Redação, Vado Santos e Axel Augusto, coordenador e supervisor de Arte, respectivamente, e Carlos Casaes, coordenador de Fotografia.
A capa estava desenhada com uma grande e bela foto de Murer . “Por volta das 21h, após a votação que inocentou a Jaqueline Roriz, tive a ideia de usar a foto das duas e expressar o sentimento dos leitores com cada situação – orgulho e vergonha”, conta Oliveira. “Os títulos saíram de primeira – depois percebi que tinham o mesmo número de toques – e a simetria entre títulos e textos deu mais força à comparação”, diz.
Para Vado Alves, foi um exemplo de ‘garimpo’: “Você sempre procura a notícia, mas nem sempre acha o ouro. Quando acha, tem que ter ousadia para publicá-lo bem”. Já Axel Augusto diz que é “muito bom ter o trabalho reconhecido, ver repercutir nos sites o acerto visual que condiz com a proposta editorial”.

“A capa é excelente porque vai além da preocupação de noticiar, ela interpreta os acontecimentos por meio da contraposição dos fatos. Carrega sentimento e emoção para dentro do noticiário", avalia o editor-chefe de A TARDE, Ricardo Mendes.

Vítor Rocha (A Tarde On Line - 31/08/11)