sábado, 3 de setembro de 2011

NA LEMBRANÇA E NA HISTÓRIA - A Rede Globo levou atores para gravarem novela em Cruz das Almas (Ba)




Para quem não sabe ou não se lembra, os atores José Wilker, Patrícia França e Bruna Lombardi estiveram em 1996 gravando cenas da novela “O Fim do Mundo” em Cruz das Almas, Bahia, da Rede Globo de Televisão.

Na ocasião o Porgrama Vídeo Show esteve na cidade acompoanhando as gravações e os bastidores da novela, inclusive mostrando a euforia dos fãs, admiradores e curiosos...

Uma cena de beijo foi gravada por José Wilker e Bruna Lombardi dentro da fábrica de charutos Suerdick, mas precisou ser repetida, pois na hora do beijo, muitos funcionários, que acompanhavam a gravação, gritaram euforicamente vendo a cena. A tomada foi estragada por conta do barulho, e os diretores precisaram pedir a colaboração de todos e fazer novamente (Risos)!

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Bruna Lombardi saindo da Pousada de Têmis


O Fim do Mundo foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo entre 6 de maio e 15 de junho 96. Foi escrita por Dias Gomes e colaboração de Ferreira Gullar. Teve direção de Paulo Ubiratan e Gonzaga Blota, e direção de núcleo de Paulo Ubiratan. Foi exibida num total de 35 capítulos.

História

A história se passou na fictícia Tabacópolis, na Bahia. Estimulada pela fama do paranormal Joãozinho de Dagmar, que prevê o fim do mundo uns três meses antes, aproximadamente. Nesse tempo, ocorrem fortes temporais, inundações, raios e trovões e, então, os tabacopolinenses acreditam que o apocalipse chegou. Isso, portanto, faz com que cada habitante tente realizar seus desejos mais profundos.


Tião Socó, por exemplo, resolve acabar com seu problema de impotência sexual, violentando a própria cunhada Gardênia. Sua filha, Letícia, queria se manter virgem apesar das investidas do noivo Josias, neto do poderoso coronel Hildazário Junqueira. A moça, portanto, muda de idéia ao encontrar o peão Rosalvo. Já o Dr. Pestana, dono do hospício da cidade, resolve soltar todos os seus pacientes, gerando ainda mais confusão na cidade.

Produção

Dias Gomes escreveu o texto para ser apresentado como minissérie, mas, por causa do número de capítulos, 35, e do horário tradicional em que foi apresentado, as 20h, foi lançado como uma mininovela, embora tenha sido, na prática, uma minissérie. Isso se deu ao fato da novela antecessora, Explode Coração, ter sido encurtada em 2 meses, a pedido da própria autora, e, sua sucessora, O Rei do Gado, não estar totalmente pronta.

Pela primeira vez numa novela, criaram-se objetos e animais virtuais em três plataformas de computadores. Para as gravações do cataclismo foi feita uma maquete, dez vezes menor que a cidade cenográfica, que tinha 35 mil metros quadrados.

José Wilker chegando na Fábrica de Charutos Suerdick

Foram usadas locações em Vassouras, no interior do Estado do Rio de Janeiro, para os exteriores das fazendas dos Junqueiras e dos Socós. Houve gravação também, em Cruz das Almas, interior da Bahia, numa fábrica de charutos, e em Carrancas, Minas Gerais, para as cenas de cachoeiras.


José Wilker e Patrícia França na Suerdick

Fonte: http://pt.wikipedia.org/

Vídeo da Abertura

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